domingo, 6 de julho de 2008


Domingo, 6 de Julho de 2008, 21hs 20, olhos entre abertos, vertigem e fuga sem nenhuma novidade, sem nada nas mãos, procuro pelos quatro cantos do quarto um sinal do paraíso, procuro por entre as linhas o paralelo que irá me consumir.
Vou riscar em meu corpo boas lembranças, ver o sol que não irá brilhar, o frio entra pelas costas e tento fugir antes que seja tarde, uma dose de conhaque dessa goela a abaixo, as verdades e a criatividade vai voltando, como em um esporro de liberdade.
Ergo o copo e saúdo o ultimo santo, ergo minha voz e vejo a estrada longa que tenho a seguir, vou me jogar daqui para fora, vou me atirar de cabeça nas loucuras fantasiosas de palavras inventadas, espero ter um dia alguém para dizer, que o tempo está a nosso favor.
Me despeço de todos, muitos não verei nunca mais, fora as mentiras e as verdades nada mais importa, se um dia eu tiver um lugar só meu, uma estrada e uma pessoa ao meu lado!

abraço e forças
Renatus Pub

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